There can be so much tragedy in a smile Such desperation in embrace We all ache for a taste of humanity As the widow for one last glimpse of her beloved’s face We all ache We all long for security Sanctuary, belonging What then prompts the heart of stone? Often the object of overlooked affections To slash and burn, before the harvest reaps what was sewn To look half-themselves in the eyes See the scars on their skin And continue to not pay fucking attention Like street lamps, we glow so dim Like four walls you shut me in Like street lamps, we glow so dim (Shattered people, shatter hopes) Like four walls you shut me in (Don’t be misery’s company) ni em tuhs ouy sllaw ruof ekiL If only more of us would only choose to look back Contemplate those springs of youth Recollections of laughter Recall that sense of wonder, when nothing else seemed to matter Time has a funny way of coercion Tricks us into thinking that our past dreams Were only passing lunacies better scattered to the wind Lamenting: I’ll never love like my first, though I’ve forgotten their kiss I’ll never truly be happy, though I can’t remember the joys of heaven I can’t stop paying attention I swear I’ll keep remembering Like street lamps, we glow so dim (Due to the shade in which we’re placed) Like four walls you shut me in (Homes were never meant to be prisons) So every time I pick up a mic I pray my words only serve to remind This life is what we make of it Though we can feel so trapped in our own minds From every morning’s breath, we can choose End the cycles of self abuse I’ll embrace the vulnerable I’ll embrace the broken We can only know what we’re shown, and I know that love is worth the risk Blood is thicker than the water of the womb Let me kiss the scars on your wrists And no matter who has told you differently You are worth everything You are worth everything Pode haver tanta tragédia em um sorriso Tanto desespero em um abraço Todos nos doemos por um gosto de humanidade Como a viúva para um último vislumbre do rosto de sua amada Todos nos doemos Todos nós ansiamos por segurança Santuário, pertencimento O que então pede o coração de pedra? Muitas vezes o objeto de afeições negligenciadas Para cortar e queimar, antes da colheita colher o que foi costurado Para olhar-se meio aos olhos Veja as cicatrizes em sua pele E continue a não prestar a maldita atenção Como lâmpadas de rua, nós brilhamos tão pouco Como quatro paredes, você me calou Como lâmpadas de rua, nós brilhamos tão pouco (Pessoas destroçadas, despedaçam esperanças) Como quatro paredes, você me calou (Não seja a companhia da miséria) Uolac em êcov, sederap ortauq omoC Se mais de nós escolhermos apenas olhar para trás Contemplar as origens da juventude Recordações de risos Lembrar-se desse sentimento de admiração, quando nada mais parecer importar O tempo tem um jeito engraçado de coerção Nos engana em pensar que nossos sonhos passados Só estavam se passando por loucuras espalhadas ao vento Lamentando: Eu nunca amarei como a minha primeira, embora eu tenha esquecido seu beijo Eu nunca serei verdadeiramente feliz, já que eu não consigo lembrar as alegrias do céu Eu não consigo parar de prestar atenção Eu juro que vou continuar lembrando Como lâmpadas de rua, nós brilhamos tão pouco (Devido à sombra em que nos encontramos) Como quatro paredes, você me calou (Casas nunca foram feitas para serem prisões) Então toda vez que eu pego um microfone Eu rezo para que minhas palavras sirvam apenas para lembrar Esta vida é o que fazemos dela Embora possamos nos sentir tão presos em nossas próprias mentes A partir da respiração de cada manhã, podemos escolher Acabar com os ciclos de abuso próprio Eu vou abraçar os vulneráveis Eu vou abraçar o quebrado Só podemos saber o que mostramos, e sei que o amor vale o risco O sangue é mais espesso que a água do ventre Deixe-me beijar as cicatrizes em seus pulsos E não importa quem te tenha dito diferente Você vale tudo Você vale tudo