Quem trabalha, disse o velho comunista É artista de uma festa, sim senhor! Quem um dia não sonhou em ser passista E acordou com os braços feito o redentor Ela diz que eu quero tudo por igual E eu confesso que isto sim é natural Também quero ver o dia em que o artista na avenida Vai fazer valer o nosso carnaval Festejar será rotina Pra chamar quem desatina Chama Maria pra sambar Chama José para cantar Chama quem quer que esteja lá Que o operário há de passar nessa batalha