O ye one eyed old man, you who see it all You who see the past and all to be Say, ye one eyed old man. For I need to know Tell me which path fate has chosen for me Say does the Northstar still shine on me Say will I set my loved ones free O ye one eyed old man. Of ye our elders told You have been since land and sky was one And if you really know all that will be, tell me What the future wants with this young no-one's son Say does the Northstar still shine on me What do you see in store for me Questions, questions. Many you ask About the future and some of the past Few have seen what I see. Fewer still will ever know I gave an eye to see better And your thirst for knowledge grows But you, my child, who treads the road of pain Who have felt such anger. Such that bears no name Thee shall I nurse as if you were my own son And this very night your training will already have begun For I have seen you come for a thousand years or so And the gods have told me to teach you all that I possess and know And though my eye no longer sees my hand held out in front of me I still gaze crystal clear at all that mortal man cannot see And I see you riding up on a stallion as white as snow With the speed of the winds and endurance untold And you wield a sword of steel forged in fire and ice And the cry of a warrior you sound And victory is in your eyes Hear me my son, for you are the chosen one An icy cave in a mountain Bright morning Oh! Homem de um olho só, você que tudo vê Você que vê o passado e tudo que acontecerá Diga, velho de um olho só. Eu necessito saber Diga-me qual caminho o destino escolheu para mim Diga, a Estrela do Norte continuará a brilhar em mim Diga que libertarei aqueles que amo Oh! homem de um olho só. sobre ti nossos anciões disseram Você estava aqui desde que céu e terra eram um E se você realmente sabe o que acontecerá, diga-me O que o futuro quer para este jovem bastardo Diga que a Estrela do Norte brilhará em mim O que está reservado para mim Perguntas, perguntas. muitas você fez Sobre o futuro e um pouco sobre o passado Poucos viram o que vi. Pouquíssimos ainda sabem Eu abdiquei um olho para ver melhor E sua sede de sabedoria cresce Mas tu, minha criança, que trilha a estrada da dor Que sentes tanta raiva. Já que não tens nome De ti cuidarei como se fosse meu próprio filho E nessa mesma noite, seu treino começará Eu esperava sua chegada há mil anos ou mais E os deuses disseram à mim para ensiná-lo tudo o que possuo e sei Embora meu olho não enxergue um palmo à minha frente Ainda contemplo claramente tudo o que mortais não veem E eu lhe vejo cavalgando um garanhão branco como a neve Com a velocidade dos ventos e de resistência indescritível E tu brandindo uma espada de aço, forjada em fogo e gelo E o brado de guerra tu emites E a vitória está em vossos olhos Diga-me filho, para tu que és o escolhido Uma caverna gelada na montanha Manhã brilhante