um tom que a vida abraçe o sol mesmo que acabe no seu drible rasteiro de classe, passe onde o valor não caia por onde o amor não saia num brinde de cores, coros e vaias nas cordas surradas, meu próprio veneno as mini-verdades em traços pequenos e a minha voz trava a minha voz falha e a minha voz trava a minha voz falha presumo que a luz não mate a fome diante a vontade de achar que a gravidade não vale voar sem paraquedas pousar por entre as pedras a salvo de açoites e frases sinceras nas cordas surradas, meu próprio veneno as mini-verdades em traços pequenos e a minha voz trava a minha voz falha e a minha voz trava a minha voz falha