[P1] Primeiro dia da vida Da minha que vai seguida Numa, linha descrita Dum vício sem despedida Duro em rumo de comício A pegar fogo ao barrako O primeiro dia é hoje Não é choque (é impacto) Queria não queria seguia Dia tempo que fazia Poesia tempo em vigia Enquanto a caneta escrevia Dás o tema nos mostramos Que inspiração não é vício Nossa arma derrete folhas E é de bloco maciço Resultado é paz A mostrar como se faz O que me faz pensar à frente Com um amor que vem de trás Primeiro dia, hora, segundo Tempo marcado Rap como despertador Mas em modo endiabrado Nós sentimos e damos A cada vez que criamos Música é como somos Sem negócios com espartanos Primeiro dia então Sem cerimónia em questão Se fazemos todos juntos Então chama-lhe união! A casa vai abaixo Rap bem representado Movimento a 100 à hora Monta a tenda no barrako De roda no ar O sangue a fervilhar yey Hiphop é terapia Só assim me vou curar [Bulli 2B] A perna treme É da um friozinho na barriga A primeira vez é assim Mas eu fui dando com estigma Acredita, cena de louco Dicas milhares que sabem a pouco Batendo tipo um soco Até posso ficar rouco Sentindo a energia que há Nesse lugar sagrado Isso é ciência pura em direto no barrako A razão de viver essa arte Que vive em mim ensina E aprender num ciclo que não tem fim Hehehe Esse é o primeiro contacto Sem sem sem Deslize e causando pacto Rap, rima, rua Crescendo a cada dia Cena pura e dura Desenvolvendo a magia Contagia toda a pátria Arte que te invade Com verdade Cuspida na cara com responsabilidade Habilidade, capacidade Com honestidade B27, p1, buli 2b É nois, já sabe! A casa vai abaixo Rap bem representado Movimento a 100 à hora Monta a tenda no barrako De roda no ar O sangue a fervilhar yey Hiphop é terapia Só assim me vou curar [Né] Primeiro passo no estúdio Foi como o primeiro na lua Um pequeno passo para o barrako Um grande passo pr'o rap tuga Primeira letra, primeiro beat Primavera chuva de perdigotos Primeiras mocas com a tropa Saímos daqui todos tortos Pouco mudou de hoje em dia Como se fosse a primeira vez Só pra minha gera e que faço música À escolha do freguês Produções, quartel Rimas no papel sem truque Dois charros duas canetas E a gera no facebook A espera, à puca Querem os sinais de fumo Hoje saem rimas soltas Sem cá fio de pumo Fumo, tudo o que é verde Pra mim é hiphop ou terapia Bebo o meu maduro Desaparece como magia Meu mundo, meu canto Não encanto mal espanto Com muito bem faço pouco Outros sem nada querem tanto Santos da casa? Não! Pecadores da rua aceito Prometido é devido Aqui tá dito e feito! A casa vai abaixo Rap bem representado Movimento a 100 à hora Monta a tenda no barrako De roda no ar O sangue a fervilhar yey Hiphop é terapia Só assim me vou curar Yey, yey, yey, yey, yey, yey Hiphop é terapia Só assim me vou curar Yey, yey, yey, yey, yey, yey