O homem que não sabe nada (Anderson Germano) Muito mais disso tudo pra te convencer Última vista, fim da linha, flores brancas sobre as mãos Ártico na pele nem mais um segundo de articulação Esqueça onde descansei e isso tudo acaba Se fui sozinho Aonde cheguei não há inspiração Mas se por sorte descobri que essa escuridão me faz sonhar Com a neve e a nave de deuses pagãos Com a espada e os paços de um certo rei Talvez seja verdade que o novo acordar Seja com os olhos voltados para o sol Talvez seja verdade que alguém irá gritar O nome da colina em um delírio ao ver chegar Muito mais disso tudo pra te confundir Uma floresta inundada Magos que indicam a direção De um homem livre Que se prende e de um outro que sabe Que sabe Que não sabe nada