Vem dos quatros ventos, restaurando os ferimentos Reconstruindo o templo, pois meu corpo agora é Morte e sofrimento que reflete a imagem de um vale de ossos secos Refaça-me e saberei quem és Corpo destroçado, esquecido, entregue aos ratos, A pergunta: Pode, por acaso, nova vida aqui pulsar? E a resposta vem da mesma voz que antes veio perguntar Ouçam esses ruídos, ó nações, onde antes só havia ossos Hoje há carne e tendões Cobrindo-me em pele, mas no interno um espírito que nasce e cresce Refrão Tu és meu Senhor, posso saber Pois dos ossos secos me fez novo ser Novo espírito me faz andar, louvar te engrandecer De minha sepultura posso esquecer Senhor, eu sei.