Já sinto falta do ar Do voar Os sentimentos Os bons momentos Outros lugares buscar Quem ama sempre abertamente Constrói um novo lugar Novos gestos crescem dentro Um sentimento Um verso contamina o vento Depressa quanto mais o tempo A raíz queria paz, queria isso E tradições esquecem, traz arrependimento Ouvir o seu conselho, atrapalhou o rendimento Trágico também se fosse Menos raro, também menos pose Poderia quem sabe um dia serem valores, hoje O número da conta, conta Quem desmonta e quem constrói Traindo os motivos Sem mesmo lembrar de nós Sem tempo enfim, não sei o certo As vezes chego longe Não vou deixar de ser quem sou No mínimo distante Sem tempo enfim, não sei o certo As vezes chego longe Não vou deixar de ser quem sou No mínimo distante Quantas vidas preciso entregar pra ser És o tempo onde a fé me eleva Quanto tempo é preciso pra compreender Tanta gente não crê não enxerga Onde as frases são ditas sem entender São palavras escritas as cegas Onde a luta é diária, o pão pra ter Medo é visto de baixo da terra Essa história é da boa, contar não sei Se a cura vem la da cidade Onde a vida é vista somente a ter Não tem como entender Peça ajuda pra ter Além da sua vista alguém que quer ver Ser mais que quem arrisca, cai Tropeça e se desfaz Levanta e segue o rumo, segue Só paz pra quem duvida e tenta entender Que além da sua vista alguém que quer ver Ser mais que quem arrisca, cai Tropeça e se desfaz Levanta e segue o rumo, segue Homens que criam contra o universo Conspiram que nada existe Poucos sabiam, poucos Homens que criam contra o universo Conspiram que nada existe Poucos sabiam, poucos Homens que criam contra o universo Conspiram que nada existe Poucos sabiam, poucos Homens que criam contra o universo Conspiram que nada existe Poucos sabiam, poucos