Viveu um fruto seguro e firme em tempo de calmaria O mal soprou sua infantaria prevendo a guerra fria O firme fruto se desprendeu e não se arrependeu Caído ao chão, secou, então, para morte renasceu Novos ventos conduzem as sobras Velhos hábitos de morte aprova Cauteriza um conceito e teima Dissemina um padrão de blasfêmia Um solo fértil, arado e cuidado recebe o resto letal Em curto tempo floresta negra nascia desse mal Pomar vistos de belos frutos atrai a multidão Lá dentro é esgota, um pântano morto sem graça e sem perdão E o mal deixou de soprar Aquieta-te vento, aquieta-te mar O verbo nasceu, morreu, ressurgiu E volta para o mundo julgar