Nem sempre tem que me dizer O que devo fazer Pra examinar meus atos Os fatos incertos Nem sempre a mente vem meus ancestrais Sequer me lembro mais São anciões sensatos De lábios inquietos Pois não há bem que se perdure Mas não há mal que sempre dure Pois não há bem que o vento leve Mas não há mal que se descreve Pois o que vamos fazer Depois de ver na TV Notícias de um país incerto Onde se encontra a nação No meio da confusão Entre o verde e o caminho inverso Nem sempre o fim é um ponto final É um simples sinal Findou o fim da trama E os resumos internos Nem sempre a vida será linear Vai ziguezaguear De tal reviravolta De dramas insanos Pois não há bem que se perdure Mas não há mal que sempre dure Pois não há bem que o vento leve Mas não há mal que se descreve Pois o que vai suceder Os rios de lama a correr As tempestades por perto No olho do furacão O não à transformação Do verde em lodo por um sorriso amarelo Pois o que vamos fazer Depois de ver na TV Notícias do país inserto Onde se encontra a nação No meio da confusão Entre o verde e o caminho inverso