Os ventos frios que sobem pelas montanhas Ocultam os meus pés como um manto de bruma Enquanto ela se dispersa, retorna o calor à minha mão E claramente me vi sobreposto a um mar de solidão O tempo ominoso anuncia a chegada da minha agonia Relembrando da mania, que insiste entre os meu erros Pensando que vocês fariam o mesmo por mim Por tudo o que eu fiz por vocês como um amigo. Por favor, não se vá, sabe que eu não vou te encontrar Pois às vezes eu me sinto só, esperança O suspiro de várias ideias, provém de não falar nada A garganta seca, junto à dor de não poder ser ouvida A arrogância é uma defesa, de quem sempre chorou escondido Minhas lágrimas desesperadas não comovem ninguém. O silêncio tomou o meu riso, os detalhes à minha expressão Aparento que sou forte, porém tenho um fraco coração Eu consigo ser auto suficiente Para conseguir do coração te banir. Por favor, não se vá, sabe que eu não vou te encontrar Pois às vezes eu me sinto só, esperança!