Me entrego ao tempo e o tempo não passou Me nego ao beijo, não vejo nada na cor Na hora agora, ouvindo o mal que me diz Por sorte, a morte, passou bem perto do seu nariz Do seu nariz Te vejo de longe, e sei que nada mudou Seus olhos fechados, trincados com a luz do sol Teu sangue solto, ouvindo o mal que me diz Por sorte , a morte, passou bem perto do seu nariz Do seu nariz Ouço o som da voz que diz Que a vida é um bom lugar E do som sou aprendiz Do tom , do dom, do ar Colorindo um sonho bom Com suas asas poder voar Mas não existe sonho bom Se voce não acordar.