(Don Pablo) Diamante tem no bolso Eu sei que, minhas rimas para esse pessoal 36 seg É tipo o fogo pros homens de Neandertal Andando sempre alerta! Mente nefasta, bebendo pra caralho! Espero não morrer como Alasca Acelera o carro, fumaça na janela O tempo não para, o passado se esfarela A era agora é o corre do cristal Não o da esfera Que se foda o mundo todo Sou mais do que eles esperam Eu, o lobo solitário que corre pela matilha! Vivendo na missão de enriquecer minha família Gastando a energia dos caras que botam pilha Agora, se o jogo virar, vou comprar uma casa na ilha Não sei porque eles me chamam de Escobar Acham que minha cor vá me induzir a traficar! Não sei mais como eu posso terminar Comparam flow e sabedoria Por isso tentam roubar (Ribeiro) Diamante tem nas linhas Estamos conquistando, cada dia, passo a passo Trajeto feito a traços, traçando o objetivo Diamante tem no bolso Rodeando o Atlas, sem procurar em Serra Leoa Flutuando tipo garoa, calando os inimigos (JZ) Sem querer ser só mais um, quero ser algo a mais Sedendo ao desejo de querer sempre ter mais Não que eu não deseje aumentar meu hype Brasil faz muito calor, por isso quero muito ice! Representatividade Walter White Flow puro e cristalino quanto um Walter White Queimando seus neurônios, esse é meu type Queimando uma natura e boa com o meu pipe Ultimamente apartidário, mas quero minha parte É cada banca por si, então se aparte Tão querendo virar ninja, mas nem são Genin Cê toma strike e nem vê de onde veio, tô modo Senin Bebida e composição ardente, Amaterasu Mente efervescente e explosiva, jutsu Katsu Visando meu lucro e sucesso da (gangue) com meu Sharingan Sem tempo pra Genjutsu, quero Real e Gudan! (Dvnte) Do coliseu a plateia aplaudindo Rindo querendo a morte de mais um gladiador Antes de mim, houve vários gladiadores Que morreram sonhadores em se tornar imperador Servindo de isca, num jogo de caça Sempre se arrisca, lances de trapaça No meio da corrida, surgi um tropeço Visaram valor em mim, pediram outro preço O mundo é um jogo de tabuleiro Reis controlando dinheiro, até da, o Xeque Mate Enquanto isso o bispo reza pra o padeiro Mantendo o forno aceso, dando pão pra os, pião que tem necessidade A torre é o morro da minha favela, a luneta é minha janela Vendo a queda dos seus que são de verdade O cavalo é meu camelo de duas rodas Que uso pra fazer o corre, atravessando minha cidade A Rainha é que difere o jogo Andando o tabuleiro todo, misturando o black e White Hoje não é mais cada um no seu quadrado O quadrado é de todo mundo Desse mundo eu não sei se faço parte Mas nesse mundo você só é livre pra sonhar Já que só te deram isso então não descarte Me chamaram de poeta da babilônia É porque eu sou bom na minha parte! (Ribeiro) Diamante tem nas linhas Estamos conquistando, cada dia, passo a passo Trajeto feito a traços, traçando o objetivo Flutuando tipo garoa, calando os inimigos