Um rei não morre, se muda O poeta já dizia Saudade todos os dias É tudo que faz lembrar A raposa e as uvas Mon amour, meu bem, ma femme E até a leviana Que não para de chorar Sentindo a sua ausência Desejando a presença Do menestrel seu cantor Que fez da sua canção Um bálsamo para o coração De quem sofreu por amor Rei, seu povo vai cantar numa boa Seu reinado aqui não foi à toa Entre as estrelas vai continuar Brilhando Sempre lembrado pela sua gente Pra matar a saudade pungente Só mesmo a mesa de um bar Brilhando Sempre lembrado pela sua gente Pra matar a saudade pungente Só mesmo a mesa de um bar