Diferentemente do que penso quando acordo Já não lembro da cor do meu nome Pego o violão e saio andando pelas ruas A procura de todos acordes Não sei se vivo ou se sonho Não sei se salto ou se vivo E se sobrevivo na selva de pedra Onde os muros transmitem mensagens Das novas canções Pensamento, mente se reúnem se misturam Vou revendo a lei do bom senso Faces, silhuetas se entrecruzam nas idéias Na amplitude do meu sentimento Não sei se rio ou se choro Não sei se choro ou se grito E se me remonto na máquina torta Onde o asfalto relembra as notas Das novas canções.