Tentando me suportar no caminho das ruas Pedalando sob o sol, deixando o vento soprar Só que esse vento não existe nesse lugar Restaram muros e portões que lhe impedem de olhar Não quero passar por isso até morrer Pegue suas coisas e vamo dar um rolê Não entendo a direção que isso tudo vai tomar E eu temo que eu vá viver vendo o medo continuar Sempre novos espigões empatando o pôr-do-sol E destruindo corações, não deixando a luz entrar Seguindo passos de amigos posso ver Que não é assim que nós devemos crescer Não posso ser maior que a Moura Dubeux Mas vou ficar pedalando até morrer