I'll teach my daughter To bang on anything that makes a beat She'll shake-a-boom, she'll quake a room She'll paint her cheeks warrior-style, then smile Beguile you, turn you inside out Til your guts plead guilty. She'll be built like a truck, built to work you down As she works herself up She'll make holes in the streets In her ten inch spike heels, In combat boots, stilts, on roller wheels, She'll stroll through male pride Amazon babes at her side. She'll relinquish white privilege Observe, be wise, she'll compromise When the fire is stoked by other womyn's desires But she'll never leave the flame. All the same, she'll crave what makes her burn She'll learn her cunt's good name- The thick red lips, the small hot tip No more of this cryptic shit. This vagina will be known. She'll park in all the wrong places, Make faces at police cars, Wind up behind bars, bust out big before serving her time, Fingernails full of this grime we call Reality, She'll dig her way through. She'll pick her nose when she has to, She'll scratch her ass, She'll be a crass medusa child A wild healthy fiend She'll live in all fonts and all sizes Curly q's, caps, italics, and bold. She'll fold airplanes out of shredded cosmos And mademoiselles, Then pilot them to never-say-never land Where peter pan's gay and wendy's ok with it. She'll wear thick braids, she'll shave her head, She'll eat thick breads, she'll let her breasts flop, She'll mop the floor like cinderella, Then with rebellion- prowess, She'll unionize daughters for a higher allowance. She'll be male and female and in-between. She'll preen, then crack her mirror, crack a beer And watch love connection. She'll go for days without taking a shower Just to feel unchained ivory-slave power. She'll want more than what she's 'entitled to' She'll watch through Nike commercials And she'll just un-do it Ask who's making that shit, who's breaking their backs Keeping her breaking that Glass ceiling. She'll do all of this. And she'll do none of this. And it's funny how we hide behind these daughters, Hide ahead of our own herstories Scared of ourselves Scared of the world Scared of someone Who made us One way Or another. Well, this time around, I'll be bound to my own mind womb In my own birthing room, I'll squeeze out, squeeze out Each crimson thick belief Then eat each pungent, sweet placenta And relieved, I will tear up this country's "welcome to the world" certificate, Tear off my father's father's father's father's name, I'll legitimate my own entrance into a Thinking existence I will birth myself towards Resistance. But no frantic tick-tock of this biological clock. On my own time, foremothers at my sides, Sisters as midwives, I'll cut my cord, head for that war I will mother myself into my own grown daughter And i will call myself a Home-grown woman. Eu vou ensinar a minha filha a bater em tudo que solta um som Ela vai chacoalhar, vai tremer o quarto Ela vai pintar suas bochechas como uma guerreira, e sorrir Te enganar, te virar do avesso Até que suas entranhas admitam-se culpadas Ela vai ser feita como um caminhão, feita para te cansar Enquanto ela trabalha nela mesma Ela fará buracos nas ruas Com seu salto alto de agulha Em coturnos, pernas de pau, patins Ela vai passear pelo orgulho masculino uma amazona ao seu lado. Ela vai botar de lado o orgulho branco Observar, ser sábia, ela irá fazer acordos Quando o fogo estiver cheio de desejos de outras mulheres Mas ela nunca irá abandonar a chama. Ao mesmo tempo, ela vai querer o que a faz queimar Ela aprenderá o bom nome da buceta Os grossos lábios vermelhos, a pequena ponta quente Nada mais dessa merda secreta Essa vagina será conhecida Ela vai estacionar nos lugares errados. Fazer careta para carros de polícia Acabar atrás das grades, e sair triunfante antes de cumprir a pena. Unhas cheias dessa sujeira que chamamos de Realidade Ela vai cavar seu caminho Ela vai cutucar o nariz quando precisar, Ela vai coçar a bunda, Ela vai ser uma filha de medusa Uma salvagem e saldavel demönia Ela viverá em todas as fontes e tamanhos G's encurvados, letras maisculas, italico e negrito. Ela dobrará aviões de pedaçoes da Cosmo E Mademoiselle E entao pilotá-los para a terra do nunca-dizer-nunca Onde o Peter Pan é gay e a Wendy não se importa Ela usará tranças grossas. Ela raspará sua cabeça. Ela vai comer pão grosso. Ela vai deixar seus peitos caírem. Ela vai limpar o chão como Cinderella, Entao com rebelião, coragem, Ela vai unir as filhas por uma mesada maior Ela será homem, mulher e meio termo Ela será arrumada, ai vai quebrar espelhos, abrir cervejas E assistir 'love connection'. Ela não tomará banho por dias Apenas para se sentir livre da escravidão ao sabonete Ela vai querer mais do que 'deve ter' Ela assistirá Comerciais da Nike E ela irá não fazê-lo (just un-do it) Perguntar quem esta fazendo aquela merda, quem esta se esforçando tanto Contituar a quebrar O seu teto de vidro. Ela fará tudo isso E ela não fará nada disso E é engraçado como nós ficamos atrás de nossas filhas, Nos escondendo de nossas próprias historias Com medo de nós mesmas Com medo do mundo Com medo de alguem Que nos fez De uma maneira Ou de outra Bom, dessa vez Eu ficarei presa ao meu ventre da mente Na minha própria sala de parto Eu vou empurrar Cada grossa crença vermelha E então comer a ácida e doce placenta E ficar aliviada. Eu vou acabar com o certificado `bem vindo ao mundo` desse país, Rasgar o nome do pai do pai do pai do pai do meu pai Eu vou fazer valer a minha própria entrada Nessa existência pensante Eu mesma vou me parir No camiho da resistência Mas nada do tic tac desesperado desse relógio biológico No meu próprio tempo, com as mães do passado do meu lado, Irmãs como parteiras Eu cortarei meu cordão, ir em direção da guerra. Eu me criarei uma filha crescida E eu irei me portar como uma Mulher que cresceu em casa.