Ausência de cor, pelos lares que segui Sinto em mim a dor desses falsos que bebi Cinzas soltas num balcão Quem diria ser peculiar? Quem daria o meu sermão Das ideias a me alucinar Num retorno então, acordei sem ver a luz Quando um corvo em mim me ensinou a ser assim Disse a mim que eu haveria de ver Tudo aquilo que eu não conhecia E esperei no amanhecer Mais um dia que eu não pude ver Nisso o corvo foi, mergulhar nos meus confins