Aggelos

Ergo Factum Silentium

Aggelos


Al fondo del cuadro
Un cadáver ahora me temo
Milagros carcomidos
Soy el árbol que sangra
Que se deshoja

La gota que envidia
Que se funde en el mar
La tumba se apodera de las
Hojas rotas
El cielo se derrama en lágrimas

Ergo Facto Fuit Silentio
Ergo Facto Silentium
Ergo Facto Fuit Silentio
Ergo Facto Silentium

En todo mi cuerpo
Cadáveres en la ciudad
La última hoja de tu respiración es
Tu funeral

Se cierra ésta roca
Antorchas se apagarán
Anocheció al medio día
Hasta los ángeles dudarían

Ergo Facto Fuit Silentio
Ergo Facto Silentium

Na parte inferior da pintura
Um cadáver agora eu temo
Milagres usados
Eu sou a árvore que sangra
Que perde suas folhas

A gota que inveja
Que derrete no mar
A sepultura toma conta das
Folhas quebradas
O céu está derramando lágrimas

Portanto, quando foi feito, houve silêncio
Portanto o silêncio foi feito
Portanto, quando foi feito, houve silêncio
Portanto o silêncio foi feito

Em todo meu corpo
Cadáveres na cidade
A última folha da sua respiração
Seu funeral

Esta rocha fecha
As tochas vão se apagar
Ficou escuro ao meio-dia
Até os anjos duvidariam

Portanto houve silêncio no Destino
Portanto, o Destino do Silêncio