Esperais que ao som horrífico de vossos mil clamores pungindo de terrores, me rogue pelo chão? Que ao ver as minhas vítimas surgir da sepultura cedendo a atroz tortura, eu clame por perdão? Eis o sombrio préstito das vítimas sangrentas. As faces macilentas, tinas de sangue e pó! Rojando as alvas túnicas no sepulcral lagedo caminham, como a medo... infundem pasmo e dó. Sob o lenço funéreo que os membros vos recobre, o meu olhar descobre os traços de um punhal. E o sentimento de ódio que o vosso aspecto exprime traz-me à memória um crime... Um estertor mortal!