Se eu olho, ao seu redor Eu vejo, estou por lá Não penso não, não penso, diz não Se a história nem contou Aqui estou tão preso Preso a você, besteira Me queira Quando "eu sou menor" eu não fujo, eu não corro Ah! quem me dera um olhar Não deixe para amanhã Que o tempo, é solidão controle remoto Ou quase nem noto a fusão Não deixe para amanhã E diz o que é banal Sentar e esperar Eu sou um poeta, eu sou um vulcão