Não vá se esconder Na lucidez de uma razão posso te descrever Como a luz de uma manhã posso te entender, a história não acaba aqui Não vá se esconder O seu olhar dá testemunho contra o que quer dizer E a sua voz tão ofegante quando vem me ver Não, não, não acaba aqui Consigo ver além do que você pode compreender Então confesse que não vai mais resistir Dê-me uma caneta e veja a silhueta do futuro Que hoje mesmo eu vou traçar pra nós Eu vou escrever com você o que um dia nossos filhos vão ouvir Sei que eles vão contar que foi aqui nesse lugar O primeiro beijo que eu te dei O presente é um livro aberto, cheio de páginas em branco O presente é um livro, cheio de páginas E a história se inicia aqui Não vá se esconder Na lucidez de uma razão posso te descrever Como a luz de uma manhã posso te entender, a história não acaba aqui Não vá se esconder O seu olhar dá testemunho, contra o que quer dizer E a sua voz tão ofegante quando vem me ver A história não acaba aqui Consigo ver além do que você pode compreender Então confesse que não vai mais resistir Dê-me uma caneta e veja a silhueta do futuro Que hoje mesmo eu vou traçar pra nós Eu vou escrever com você o que um dia nossos filhos vão ouvir Sei que eles vão contar que foi aqui nesse lugar O primeiro beijo que eu te dei Eu vou escrever com você o que um dia nossos filhos vão ouvir Sei que eles vão contar que foi aqui nesse lugar O primeiro beijo que eu te dei O presente é um livro aberto, cheio de páginas em branco O presente é um livro, cheio de páginas